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08/02/2010
Especialista alerta para relaxamento do combate à Aids
Especialista alerta para relaxamento do combate à Aids
A ameaça ainda é séria na Suazilândia, Lesoto, Botsuana, Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Malauí e África do Sul
A atenção mundial está se afastando da epidemia de Aids no momento errado e isso significa que uma nova onda da doença poderá infectar milhões de pessoas nos países de alto risco, afirmou um especialista de renome na sexta-feira.
Alan Whiteside, diretor de da divisão de pesquisas sobre HIV/Aids e economia da saúde (Heard) da Universidade de Kwazulu Natal, disse que muitos países africanos, onde a doença representa a maior ameaça, não estão implementando medidas de prevenção de longo prazo e precisam de ajuda para planejar a luta que têm pela frente.
A ameaça da Aids ainda é muito real em lugares como Suazilândia, Lesoto, Botsuana, Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Malauí e África do Sul, afirmou ele, e a percepção de que a comunidade internacional está considerando o caso como "resolvido" é altamente arriscada.
"(O combate) à epidemia da Aids teve um enorme apoio durante muitos anos, mas parece que há uma percepção agora de que ela foi resolvida e podemos voltar nossa atenção para outras questões".
"Isso não é o caso mais enfaticamente em várias partes do mundo. Não é certo voltar nossas costas para isso", disse Whiteseide à Reuters numa entrevista por telefone da África do Sul, onde a doença mata um número estimado em mil pessoas por dia.
Cerca de 33,4 milhões de pessoas no mundo têm HIV, o vírus da imunodeficiência humana sexualmente transmitido que causa a Aids. Desde o surgimento da Aids no começo da década de 1980, quase 60 milhões de pessoas foram infectadas e 25 milhões morreram de causas relacionadas ao HIV.
A África Subsaariana é de longe a pior região afetada, respondendo por 67 por cento das pessoas infectadas com HIV e 91 por cento de todas as novas infecções em crianças, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Fonte: Estado de São Paulo
A atenção mundial está se afastando da epidemia de Aids no momento errado e isso significa que uma nova onda da doença poderá infectar milhões de pessoas nos países de alto risco, afirmou um especialista de renome na sexta-feira.
Alan Whiteside, diretor de da divisão de pesquisas sobre HIV/Aids e economia da saúde (Heard) da Universidade de Kwazulu Natal, disse que muitos países africanos, onde a doença representa a maior ameaça, não estão implementando medidas de prevenção de longo prazo e precisam de ajuda para planejar a luta que têm pela frente.
A ameaça da Aids ainda é muito real em lugares como Suazilândia, Lesoto, Botsuana, Namíbia, Zimbábue, Zâmbia, Malauí e África do Sul, afirmou ele, e a percepção de que a comunidade internacional está considerando o caso como "resolvido" é altamente arriscada.
"(O combate) à epidemia da Aids teve um enorme apoio durante muitos anos, mas parece que há uma percepção agora de que ela foi resolvida e podemos voltar nossa atenção para outras questões".
"Isso não é o caso mais enfaticamente em várias partes do mundo. Não é certo voltar nossas costas para isso", disse Whiteseide à Reuters numa entrevista por telefone da África do Sul, onde a doença mata um número estimado em mil pessoas por dia.
Cerca de 33,4 milhões de pessoas no mundo têm HIV, o vírus da imunodeficiência humana sexualmente transmitido que causa a Aids. Desde o surgimento da Aids no começo da década de 1980, quase 60 milhões de pessoas foram infectadas e 25 milhões morreram de causas relacionadas ao HIV.
A África Subsaariana é de longe a pior região afetada, respondendo por 67 por cento das pessoas infectadas com HIV e 91 por cento de todas as novas infecções em crianças, de acordo com dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Fonte: Estado de São Paulo
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